Seja Bem vindo!

O Curso Profuncionário de Francisco Beltrão agradece sua visita, e convida a seguir e participar das discussões.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Turma de Secretaria visita a TV Beltrão

No último sábado dia 20/08/11 a turma de Secretaria Escolar do Curso ProFuncionário esteve visitando a TV Beltrão, a visita buscou um melhor entendimento sobre o Módulo 8 "Produção Textual" e as formas e meios de comunicação.


sábado, 6 de agosto de 2011

Módulo 7 - Tutorial Convertendo Vídeos

Secretaria Escolar
Tutora: Quelli Cristina da Silva
Alunas: E
dna, Roberta e Rosi
Este tutorial tem o objetivo de mostrar como converter vídeos e também como recortar um filme acessando o JayCut.

Clique aqui para fazer o download do Tutorial

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Módulo 07 - Tutorial Vírus e Anti-Vírus

Secretaria Escolar
Tutora: Quelli Cristina da Silva
Alunos: Paulo, Valdecir, Claudio e Gilmara



Vírus e Antivírus





VÍRUS DE COMPUTADOR
INTRODUÇÃO


A informatização juntamente com os avanços da micro eletrônica e da mecânica, permitem o desenvolvimento de dispositivos capazes de coletar, armazenar e processar dados cada vez mais rápidos. Com estes avanços surgem também o maior número de hackers que inventam milhões de vírus para destruírem arquivos, programas e diminuir a rapidez do computador, desta maneira apresentaremos o que é um vírus de computador, sua origem, seus tipos variáveis e como se defender dos mesmos, pois são tecnologias avançadas e devemos ficar atentos não deixando infectarem nossas máquinas.


OS VÍRUS DE COMPUTADOR


Até poucos anos atrás os vírus de computador eram um assunto do qual poucas pessoas falavam. Estavam restritos a um grupo de especialistas da área de informática e tinham como principal forma de propagação, os disquetes de 3,5 polegadas e de 5 e l/4 polegadas. Com popularização da Internet, os vírus também viraram um tema global, espalhando-se com muito mais velocidade e facilidade do que antes.
Pesquisas recentes mostram que os vírus de macro são a grande praga dos computadores. Eles infectam as macros(códigos executáveis utilizados em processadores de texto e planilhas de cálculo para automatizar tarefas repetitivas) de documentos e podem desabilitar funções corriqueiras dos programas, como Salvar, Fechar e Sai, são pequenos segmentos de códigos programados com a intenção e a característica de se agregarem ao código de outro programa honesto, e ao serem executados inocentemente pelo usuário, trazem em seu bojo códigos maldosos que foram alterados de propósito para causar danos ou não ao seu micro. Usuários de Internet tem sempre que estarem atualizando seus antivírus porque são criados mais de 200 novos vírus por mês.
Os vírus também podem se instalar em certas áreas de controle dos meios magnéticos constituídos por discos rígidos (HD = Hard Disk) e disquetes, fora de arquivos, normalmente no Setor de Boot no qual se situam códigos para inicialização do computador. Estas áreas de controle são locais onde se encontram códigos de operação, após a formatação destes meios.
A formatação é uma operação que apaga todos os arquivos de um HD ou disquete e grava códigos nestas áreas de controle, indispensáveis à utilização daqueles meios magnéticos.
Os vírus se propagam por meio de disquetes e de arquivos compartilhados, pelas redes corporativas, por arquivos anexados em mensagens de correios eletrônico e pela internet. A rede mudial é hoje a principal via de propagação dos vírus – principalmente os de macro e os chamados "Cavalos de Tróia"- pois ela permite que os usuários de computador façam download de vários programas e arquivos de fontes nem sempre confiáveis.
Todo o arquivo que contém códigos executáveis podem espalhar vírus(.exe,.sys,.dat,.doc,.xls etc).Os vírus podem infectar qualquer tipo de código executável. Por exemplo: alguns vírus infectam códigos executáveis no setor de boot de disquetes ou na área de sistema dos discos rígidos.
Outros tipos de vírus, conhecidos como "vírus de macro", podem infectar documentos que usam macros, como o processador de textos Word e a planilha de cálculos Excel. Macros são códigos utilizados para automatizar tarefas repetitivas dentro de um programa.
Arquivos de dados puros estão seguros .Isso inclui arquivos gráficos, como .bmp,.gif e .jpg, bem como textos em formato .txt Portanto, apenas olhar arquivos de imagens não provocará a infecção do computador com um vírus.
Para ativar um vírus, é preciso rodar(executar) o programa infectado. Quando você executa o código do programa infectado, o código do vírus também é executado e tentará infectar outros programas no mesmo computador e em outros computadores conectados a ele por rede.
Com a popularização da Internet o disquete de procedência suspeita foi desbancado como vetor principal de contaminação. Apesar de disquetes ainda representarem perigo o maior número de invasões de vírus hoje em dia é pela Internet sem dúvida alguma. Arquivos e programas "attachados" em e-mails ou "downloadeados" são os veículos preferidos.
A origem do nome
São chamados de vírus porque são comparados aos verdadeiros vírus biológicos que provocam nossas doenças. São muito parecidos em diversos aspectos:
Biológicos:
Se agregam às células para poder se propagar, criando novo vírus.
Possuem um código genético muito pequeno. São estruturas muito simples.
São criaturas microscópicas, muito menores do que bactérias, por exemplo.
Costumam se alojar e atacar pontos estratégicos. O vírus da AIDS, por exemplo, afeta apenas o sistema imunológico.
Eletrônicos
Se agregam a arquivos que neste caso fazem o papel da célula contaminada e a partir daí propagam para outros arquivos.
O seu código (programação) é muito pequeno, porém muito engenhoso.
Por possuir um código pequeno, consequentemente, ocupam pouco espaço em disco o que os faz passar despercebidos entre os milhões e milhões de bytes de um hard disk atual.
Alguns tipos costumam alojar-se em pontos estratégicos da máquina, como a memória e setores de boot do disco. Assim eles podem se alastrar mais rapidamente.
Tipos de vírus
Os vírus geralmente podem ser classificados em dois tipos: os destrutivos e os não destrutivos. Os do primeiro grupo podem, efetivamente, danificar ou apagar os dados contidos em seu disco rígido, fazendo com que eles não possam mais ser acessados. Normalmente, os vírus são escritos por hackers desequilibrados que não possuem a habilidade de conviver em sociedade e sentem necessidade de se exibir, a fim de se sentirem iguais aos seus amigos. Michelangelo, por exemplo, é um vírus destrutivo comum que ataca PCs e se torna ativo no dia 6 de março de cada ano, apagando parte do sistema do disco, tornando-o inútil.
Vírus-de-macro : Vírus de macro são vírus que atuam em programas (montados em linguagem de macro) que só existem nos ambiente restritos de aplicativos como o Word, o Excel e outros que usam a linguagem de macros. Um programa de macro não é executável fora do ambiente do aplicativo para o qual foi criado.
Por exemplo: Um programa de macro do Excel não é executável dentro do Word e vice-versa. Isto é: Macros do Excel só são executáveis dentro do Excel e o mesmo ocorre com macros do Word que só funcionam dentro do Word etc.
Estes vírus atuam internamente nesses arquivos de trabalho que, para o Word têm seus nomes terminados por DOC e para as planilhas do Excel por XLs (s = pode também ser outra letra).
Os vírus de macro inibem funções vitais de documento do Word ou de planilha do Excel. Impedem, por exemplo, que o usuário possa salvá-los ou o vírus introduz uma senha, desconhecida do usuário, que se torna indispensável para alteração do arquivo que se transforma, assim, em apenas de leitura.
Como qualquer vírus que se preze, o vírus de macro contamina, uma vez instalado na memória ativa, em princípio, todos arquivos da mesma espécie ainda não contaminados que forem abertos na mesma sessão.
Por exemplo: O vírus contamina arquivos DOCs do Word se for vírus-de-macro do Word, contamina arquivos XLs se for vírus-de-macro do Excel etc.
Todavia, já existem alguns poucos vírus de macro que contaminam tanto documentos do Word quanto planilhas do Excel.
Para o vírus se instalar na memória ativa, basta que se abra (com o Word) qualquer arquivo contaminado com nome terminado por DOC ou se abra (com o Excel) qualquer arquivo contaminado com nome terminado por XLs.
Como o Word e o Excel detêm a maior parte dos mercados mundiais respectivamente de editor de texto e de planilha, os vírus de macro são muito difundidos.
Cavalo-de-tróia : São programas aparentemente saudáveis que carregam escondido o código de um vírus. Por exemplo: você faz um download do que pensa ser um joguinho legal, mas quando executa o programa, ele apaga arquivos de seus disco rígido ou captura a sua senha da internet e a envia por e-mail para outra pessoa.
Cavalo-de-Tróia: Worms enviados como arquivos executáveis anexos a e-mails que se apresentam com nomes palatáveis (Garotas.exe, RodeMe.exe NaoMeRode.exe, etc.) ou assume nomes iguais aos de outros programas honestos, a fim de serem executados por curiosidade ou ignorância da vítima.
Bomba-Lógica: Worms enviados como arquivos executáveis anexos a e-mails, com nomes significativos, que depois de estabelecida certa condição, danificam partes vitais do sistema.
Usualmente a condição é uma data e uma hora, daí o nome bomba. Quando o usuário o executa, nada acontece aparentemente, mas a bomba foi ativada para explodir posteriormente numa data e hora estabelecida no worm.
Boot: Infectam códigos em áreas de sistema que não são de arquivos
Arquivo: Infectam arquivos de programas ou de execução de programas
Multipartite: Infectam tanto programas como áreas de arquivos.
Polimórfico: Vírus de arquivos que produz diferentes cópias de si mesmo.
Criptografado: Vírus de arquivos que utilizam chaves criptográficas para disfarce.

Os 10 piores vírus de computador de todos os tempos
1. Vírus Melissa
2. Vírus ILOVEYOU
3. Vírus Klez
4. Vírus Code Red e Code Red II
5. Vírus Nimda
6. Vírus SQL Slammer/Sapphire
7. Vírus MyDoom
8. Vírus Sasser e Netsky
9. Vírus Leap-A/Oompa-A
10. Vírus Storm Worm
Dados estatísticos
· Até 1995 - 15.000 vírus conhecidos;
· Até 1999 - 20.500 vírus conhecidos;
· Até 2000 - 49.000 vírus conhecidos;
· Até 2001 - 58.000 vírus conhecidos;
· Até 2005 - Aproximadamente 75.000 vírus conhecidos;
· Até 2007 - Aproximadamente 200.000 vírus conhecidos;
· Até Novembro de 2008 - Mais de 530.000 vírus conhecidos.
· Até Março de 2010 - Mais de 950.000 vírus conhecidos.
Evolução dos vírus dos micro-computadores
· 1983 - O pesquisador Fred Cohen (Doutorando de Engª. Elétrica da Univ. do Sul da Califórnia), entre suas pesquisas, chamou os programas de códigos nocivos como "Vírus de Computador".
· 1987 - Surge o primeiro Vírus de Computador escrito por dois irmãos: Basit e Amjad que foi batizado como 'Brain', apesar de ser conhecido também como: Lahore, Brain-a, Pakistani, Pakistani Brain, e UIU. O Vírus Brain documentado como 'Vírus de Boot', infectava o setor de incialização do disco rígido, e sua propagação era através de um disquete que ocupava 3k, quando o boot ocorria, ele se transferia para o endereço da memória "0000:7C00h" da Bios que o automaticamente o executava.
· 1988 - Surge o primeiro Antivírus, por Denny Yanuar Ramdhani em Bandung, Indonésia. O primeiro Antivírus a imunizar sistema contra o vírus Brain, onde ele extrai as entradas do vírus do computador em seguida imunizava o sistema contra outros ataques da mesma praga
· 1989 - Aparece o Dark Avenger, o qual vem contaminando rapidamente os computadores, mas o estrago é bem lento, permitindo que o vírus passe despercebido. A IBM fornece o primeiro antivírus comercial. No início do ano de 1989, apenas 9% das empresas pesquisadas tinha um vírus. No final do ano, esse número veio para 63%.
· 1992 - Michelangelo, o primeiro vírus a aparecer na mídia. É programado para sobregravar partes das unidades de disco rígido criando pastas e arquivos com conteúdos falsos em 6 de março, dia do nascimento do artista da Renascença. As vendas de software antivírus subiram rapidamente.
· 1994 - Nome do vírus Pathogen, feito na Inglaterra, é rastreado pela Scotland Yard e o autor é condenado a 18 meses de prisão. É a primeira vez que o autor de um vírus é processado por disseminar código destruidor.
· 1995 - Nome do vírus Concept, o primeiro vírus de macro. Escrito em linguagem Word Basic da Microsoft, pode ser executado em qualquer plataforma com Word - PC ou Macintosh. O Concept se espalha facilmente, pois se replicam através do setor de boot, espalhando por todos os arquivos executaveis.
· 1999 - O vírus Chernobyl, deleta o acesso a unidade de disco e não deixa o usuário ter acesso ao sistema. Seu aparecimento deu-se em abril. Sua contaminação foi bem pouca no Estados Unidos, mas provocou danos em outros países. A China sofreu um prejuízo de mais de US$ 291 milhões. Turquia e Coreia do Sul foram duramente atingidas.
· 2000 - O vírus LoveLetter, liberado nas Filipinas, varre a Europa e os Estados Unidos em seis horas. Infecta cerca de 2,5 milhões a 3 milhões de máquinas. Causou danos estimados em US$ 8,7 bilhões.
· 2001 - A "moda" são os códigos nocivos do tipo Worm (proliferam-se por páginas da Internet e principalmente por e-mail). Nome de um deles é o VBSWorms Generator, que foi desenvolvido por um programador argentino de apenas 18 anos.
· 2007 - Em torno de 2006 e 2007 houve muitas ocorrências de vírus no Orkut que é capaz de enviar scraps (recados) automaticamente para todos os contatos da vítima na rede social, além de roubar senhas e contas bancárias de um micro infectado através da captura de teclas e cliques. Apesar de que aqueles que receberem o recado terem de "clicar" em um link para se infectar, a relação de confiança existente entre os amigos aumenta muito a possibilidade de o usuário "clicar" sem desconfiar de que o link leva para um worm. Ao clicar no link, um arquivo bem pequeno é baixado para o computador do usuário. Ele se encarrega de baixar e instalar o restante das partes da praga, que enviará a mensagem para todos os contatos do Orkut. Além de simplesmente se espalhar usando a rede do Orkut, o vírus também rouba senhas de banco, em outras palavras, é um clássico Banker.



Quem faz vírus?

Vírus é um programa de computador montado por pessoas (Hackers) altamente competentes em linguagens poderosas, mas com o intuito de provocar perturbações ou danos às informações informatizadas alheias, movidas por intentos de:
contestação contra organizações, governos e a sociedade em geral;
resposta a desafios pessoais perante grupo em que participa;
sabotagem como vingança contra ex-patrões;
fazer brincadeira, principalmente entre estudantes;
outros propósitos inconfessáveis, semelhantes aos que levam indivíduos a picharem as paredes e os monumentos das grandes cidades do mundo.
A palavra HACKER (figurativamente pode representar em português: trotista ou oportunista ou brincalhão etc.) possui em inglês vários significados distintos, porém, recentemente tem sido mais usada para se referir a todos aqueles que, de uma forma ou de outra, abusam dos meios de informática ou de comunicações para ações perturbadoras ou danosas às informações computadorizadas alheias ou ao patrimônio dos proprietários dessas informações.
Assim, quem faz vírus pode ser considerado um hacker, mas, nem todos são capazes de fazer vírus. Pode ser considerado hacker também aquele que penetra em sistemas informatizados alheios para apenas obter informações das quais se aproveita com fins lucrativos ou não.
Se com fins lucrativos, a palavra PIRATE (Pirata) é mais adequada que Hacker.
O que devemos fazer para evitar os vírus
Existem vacinas para os vírus de computador. São os softwares antivírus, que podem ser usados também como um antídoto em máquinas já infectadas. Existem vários programas no mercado, que são atualizados constantemente. Antes de comprar um ou baixar uma versão da Internet, verifique se o software é certificado pelo ICSA (International Computer Security Association), uma entidade mundial que testa e aprova a qualidade dos software antivírus e de outros programas de segurança. Os antivírus são atualizados mensalmente, por isso, você poderá estar protegido contra as mais recentes variedades dessas "criaturas". E o melhor é que alguns deles são gratuitos - ou compartilhados, portanto, você pode experimentá-los.
Segundo especialista no Brasil existem 23 milhões de pessoas trocando bilhões de e-mails diariamente, a web é o veículo mais rápido, prático e eficiente para espalhar o vírus. No combate das novas pragas, dependendo da sua complexidade, as empresas de antivírus conseguem fazer vacinas num prazo de 10 minutos, ou de 2 a 3 horas quando são muito complexos. O problema é que a velocidade de propagação dos vírus é muito maior.Como agem os antivírus?
Um antivírus é composto por vários programas distintos, que agem através dos seguintes modos:
PREVENÇÃO – DETECÇÃO – RECUPERAÇÃO – EXCLUSÃO
Cada um dos modos requer procedimentos próprios.O que fazer ao encontrar vírus?
A limpeza de vírus em um computador requer um ritual técnico que costuma estar acima do nível das operações rotineiras do usuário comum, pouco conhecedor de como agem os vírus.
Por exemplo: NÃO SE PODE EFETUAR NENHUMA LIMPEZA NOS MEIOS MAGNÉTICOS COM VIRUS NA MEMÓRIA ATIVA!... O vírus contaminaria tudo de novo em frações de segundos, incluindo os arquivos do próprio antivírus que foi carregado na memória ativa para poder efetuar a limpeza.
Por este motivo, muitos usuários leigos, após tentarem realizar a limpeza de um micro, usando o disco rígido normalmente, frustram-se e concluem que o antivírus não funcionou porque continua tudo contaminado como antes. Na realidade, o antivírus pode ter funcionado, mas o vírus contaminou tudo logo após a limpeza.
Como então efetuar uma limpeza, se sempre que se liga o computador, o vírus vai automaticamente para a memória ativa?
Uma vez efetuada a limpeza do computador, com ou sem ajuda de terceiros, começa a tarefa mais trabalhosa: Limpeza de todos os disquetes que se tenha certeza ou dúvida foram inseridos no computador durante as sessões em que se encontrava contaminado.
Jamais continue a trabalhar com um computador infectado.Antivírus
Um vírus de computador contém certos códigos maliciosos que podem ser detectados pelo software antivírus daí a identificação da contaminação do computador. Por isso a necessidade de termos um bom programa destes instalados em nossos computadores e além disto fazer o update quinzenalmente em seus sites oficiais.
Quando Peter Norton, empresário de tecnologias de informação, apagou acidentalmente um arquivo, desenvolveu o Norton Utilities para restaurá-los. Ele criou a Symantec, em 1982, dando início a criação e comercialização de softwares de seguranças no mercado, e livros sobre o assunto. Ele foi um dos primeiros desenvolvedores de sistemas de segurança.
A primeira contaminação por um vírus de computador, ocorreu em 1988, utilizando uma BBS como meio. Sendo assim, John McAfee, programador da Lockheed Air Corporation, empresa de aviação americana, desenvolveu o VirusScan, primeira vacina conhecida.
Hoje temos muitos antivirus gratuítos, o mais aconselhavel e seguro é o AVAST.
O futuro dos vírus
Com certeza mais e mais vírus vão ser criados e os tipos de vírus vão aumentar consideravelmente. A moda hoje em dia é a criação de worm de internet, amanhã quem é que vai saber?
O que se espera é que a segurança no uso de computadores no futuro seja encarada de forma mais séria e as pessoas se interesse mais por ler sobre segurança e outros assuntos do gênero. Principalmente no Brasil onde a segurança em internet e computadores em geral é praticamente inexistente. Hoje em dia é relativamente fácil invadir provedores de internet e grandes empresas no Brasil, excluindo-se é claro, aqueles aonde há um cuidado maior com segurança de rede.



CONCLUSÃO


Concluímos que para um bom funcionamento da máquina (computador) o usuário devera ter sempre um antivírus atualizado e tomar cuidados quando for acessar seus e-mails, inserir disquetes e executar download, pois são as principais portas de entrada dos vírus, afinal os vírus são segmentos de códigos, programas de má intenção que tem a característica de agregar códigos de outros programas, sendo assim causando danos ao computador. Devemos assim tomar muito cuidado ao instalar algum programa baixado através da internet, pois pode estar infectado com alguns vírus.

sábado, 30 de julho de 2011

TV MULTIMÍDIA
O QUE É A TV MULTIMÍDIA?
A TV Multimídia é também conhecida como TV
Pendrive ou TV laranja. O televisor de 29 polegadas
possui entrada para USB – Universal Serial Bus
(permite conexão de periféricos como o pen drive, por
exemplo), VHS, DVD e cartão de memória (como os
usados em máquinas fotográficas e filmadoras) e saída
para caixas de som e projetor multimídia. Possibilita a
integração entre computador e a televisão, de forma
rápida e prática, sendo possível reproduzir sons,
imagens e vídeo. É interessante coletar e ou produzir
mídias, convertendo, quando necessário, para a
extensão compatível com a TV Multimídia.
COMO UTILIZAR A TV MULTIMÍDIA?
Importante!
Mantenha o volume baixo ao
ligar a TV Multimídia,
evitando possíveis
problemas com o som da
televisão.
Os formatos de arquivo multimídia reconhecidos pelo televisor são:
Arquivos de áudio: MP3 e WMA
Arquivos de imagem: JPG/JPEG
Arquivos de vídeo: MPEG (MPEG1, MPEG2), AVI, DIVX® e XVID
2
Como conectar o pen drive ou cartão de memória?
Conecte o pen drive e ou cartão de memória na respectiva entrada, ligue a TV
e a mesma iniciará leitura automaticamente. Nas setas centrais do controle,
selecione o arquivo desejado (música, imagem ou vídeo) e clique “enter” para a
reprodução do arquivo.
Como conectar o aparelho de DVD?
Conecte os cabos de áudio e vídeo no aparelho de DVD (saída/out) com a TV
Multimídia (entrada/in). Ligue a TV em “Power”, selecione o comando “TV player” do
controle. Ao aparecer na tela da TV o “A”, seguido de um número, selecione AV1 ou
AV2 com o botão AV do controle (se conectar na frente da TV Multimídia, selecione
a fonte de reprodução AV2; se conectar atrás, selecione em AV1). Aperte “Play” no
aparelho de DVD.
Como acessar canais de TV?
Ligue a TV Multimídia em “Power” e selecione o comando “TV player” do
controle. Ao aparecer na tela da TV “A” seguido de um número, selecione o canal
desejado. Obs.: Funciona somente com a TV conectada a uma antena.
O QUE É O PEN DRIVE?
O pen drive é um dispositivo portátil com capacidade para armazenar
vídeos, imagens, áudios e animações. Nele é possível salvar objetos
de aprendizagens para serem utilizados em sala de aula, recursos
importantes como apoio e complemento ao processo ensino-
aprendizagem.
COMO CONHECER MAIS?
No Portal Dia-a-dia, página da TV Multimídia você pode acessar o livro “TV
Multimídia: pesquisando e gravando conteúdos no pen drive”. O material atualizado
dá importantes dicas/procedimentos que envolvem a pesquisa na Internet e a
gravação de arquivo, ilustrando passo a passo a utilizar imagens, áudios e vídeos,
disponíveis na Internet, possibilitando o uso na TV Multimídia. Neste ambiente está
3
disponibilizado diversos objetos de aprendizagem prontos para serem baixados e
utilizados na TV. Outros recursos podem ser analisados e selecionados no Portal
Educacional.
Para conhecer melhor os recursos da TV Multimídia, bem como o livro virtual
sobre a mesma, acesse o endereço: http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br. Clique
em “EDUCADORES”, conforme indicado na figura abaixo:
Ao abrir a página, procure na coluna à direita clicando em “TV Multimídia”,
conforme destaque na figura a seguir:
4
Ao abrir a página da TV Multimídia, navegue por todos os espaços, clique
também no campo “clique aqui”, conforme destaque abaixo para conhecer o passo
a passo de utilização da TV, no livro “TV Multimídia: pesquisando e gravando
conteúdos no pen drive”:
A formação continuada dos professores para utilização da TV Multimídia e
seus dispositivos é feita, principalmente, pelos assessores das CRTEs
(Coordenações Regionais de Tecnologia Educacional) dos trinta e dois Núcleos
Regionais de Educação do Estado do Paraná.

BIBLIOGRAFIA
Capacitação Paraná Digital/Linux – Fevereiro/2009. Apostila organizada por:
CRTE – Coordenação Regional de Tecnologia Educacional do Núcleo Regional de
Educação de Francisco Beltrão – PR, em fevereiro de 2009.
TV Multimídia. Disponível em: . Acesso
em: 14 de mar. de 2009.

TV Multimidia